
E quando acabar... há! Quando acabar!
Eu vou as janelas abrir, par a par.
Escancarei a porta, todas a portas,
Liberta, do medo de respirar...
Sairei a ás ruas, para nos caminhos caminhar.
Pisarei as calçadas sem calçados,
Sentirei nos pés a terra, nos pulmões ar,
O vento os cabelos a desgrenhar.
E quando acabar... há! Quando acabar!
Roubarei as primeiras flores que encontrar,
Do jardim do vizinho, da praça, de qualquer lugar.
As oferecerei a você com plena alegria.
Enlaçarei você, te cingirei nos meus braços,
E sentirás no coração, o amor no meu abraço.
(Aguarde em breve com o fim da Covid milhões de abraços)
Mallika Fittipaldi
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