
Eu.
Amo o caminho
Não a estrada.
Passo, a passo sozinho
Nas eiras, beiras e matas.
Trago comigo o brilho
Da estrela no céu intangível.
Das esquinas, ruas e becos
As flores brotando, no asfalto, desafio.
Sou eu, eu sou, ser
Vulnerável capa de carne
Que falece e fede.
Só o que sou é infinito
Espírito andarilho
Nas vias de leite
Branca.
Láctea.
Infinita.
Infinito.
Eu.
Nenhum comentário:
Postar um comentário