
Caminhas teus passos lentos
Já não lembra o jovem que corria
Pelos campos e ruas.
Em tua face
Ainda brilham um par de diamantes azuis.
Que já não vê a vida como dantes
Cheia de aventuras.
Hoje vê os mistérios de toda criação e criatura.
Tuas mãos já não são fortes
Elas tremem delicadamente
Lembrando-te da fragilidade de cada coisa.
Recordando-te
Que a vida não se agarra, com garras
Mas, a toma-se nas mãos feito colibri
Sabendo-se que uma hora o deixará ir.
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