
Em cada peito humano?
Em cada sorriso triste?
Em cada espasmo de espanto?
Quanta dor existe?
Na despedida sem esperanças de retorno?
Nos passos que levam o amor para longe, quanto desencanto?
Quanta dor existe?
Na falta de fé e esperança?
No morto sorriso de uma criança?
Nos olhos serenos de um velho?
Quanta dor existe?
Numa entrega sem retorno?
Num abraço sem consolo?
Numa vida sem amor?
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