
Sem nenhum apetrecho
Sou então dantesco?
Não há sorrisos falsos
Palavras mansas
Cuidado em não ferir
Só a verdade
A verdade que eu sei e tu não o sabeis
A veracidade de quem somos
Sem máscaras, sem arranjos, sem pedaços escondidos
Simples seres de imensa escuridão
Que tentam escondem chagas
Em vão.
Mas, que por caridade Divina
No peito em que carregam grande solidão
Uma chama Divinal
Um clarão
Que nas muitas eras que virão
Será brilho intenso
Sem nenhum espectro irmão.
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