
Tanto tempo que buscas.
Que procuras um sentido.
Que cismastes que esse é o amor.
Que s desses a tantos.
E mais, e mais a outros.
Que te abristes para o mundo.
Que fosses então pisoteado, machucado, abandonado.
No entanto, continuas e não paras
Teu frenesi da mente te separa
E vives sangrando de agonia
Por em cada vida está só
Sem companhia.
Alienado da vida comum
Alquebrado pelos teus esforços
De amar sem ser amado
De tua resistência insana
Pela qual tua choras e sangras
Mas, não desistes da busca da felicidade.
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