
Silencias.
Frente a tanta beleza silencias;
As contrações da tua alma.
E absorve a beleza singular do momento.
Em que o Sol se põe no firmamento.
E presencia a arte divina.
Estampada num céu multicor.
E embevece tua alma em singular quadro.
Onde as nuvens se rasgam e se esgarçam.
E sentes o divino pintor da natureza.
A trabalhar mais um fim de tarde.
E vê o manto da noite invadir o céu.
Como negro véu.
Percebendo o surgimento de cada ponto luminoso.
Luzes infinitas penduradas na abóbada celeste.
Enquanto o pêndulo do relógio entoa a hora do ângelus.
E eles em coro saúdam o Arquiteto Universal.
Frente a tanta beleza silencias;
As contrações da tua alma.
E absorve a beleza singular do momento.
Em que o Sol se põe no firmamento.
E presencia a arte divina.
Estampada num céu multicor.
E embevece tua alma em singular quadro.
Onde as nuvens se rasgam e se esgarçam.
E sentes o divino pintor da natureza.
A trabalhar mais um fim de tarde.
E vê o manto da noite invadir o céu.
Como negro véu.
Percebendo o surgimento de cada ponto luminoso.
Luzes infinitas penduradas na abóbada celeste.
Enquanto o pêndulo do relógio entoa a hora do ângelus.
E eles em coro saúdam o Arquiteto Universal.
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