Culpa
sem culpa.
Quanta
culpa sem razões,
O peito
pesa toneladas,
A dor
de quem sabe que não fez nada,
Continuo
arder em chamas como acusada.
O que
fiz eu que não saiba?
Donde
vem essa sombra doentia?
Que machuca
minha mente,
Com acusações
vazias.
De que
baú do passado elas saíram,
Não me
lembro de mau algum ter cometido.
Parecem
gritos do passado, que ecoam estremecidos,
Imploro
a todos, que gritam, por favor, parem com isso!
É um
tormento imerecido?
Ou só
não compreendo esses gritos?
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