domingo, 1 de fevereiro de 2026

Culpa sem culpa.

 


Culpa sem culpa.

Quanta culpa sem razões,

O peito pesa toneladas,

A dor de quem sabe que não fez nada,

Continuo arder em chamas como acusada.

O que fiz eu que não saiba?

Donde vem essa sombra doentia?

Que machuca minha mente,

Com acusações vazias.

De que baú do passado elas saíram,

Não me lembro de mau algum ter cometido.

Parecem gritos do passado, que ecoam estremecidos,

Imploro a todos, que gritam, por favor, parem com isso!

É um tormento imerecido?

Ou só não compreendo esses gritos?

 


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