
Dói
A cada instante,
A cada segundo,
A separação.
Entre esse e o outro mundo
Coroe,
Os antigos preceitos,
Os antigos conceitos,
Os antigos erros.
E caminho entre cá e lá
Como um cego na estrada.
Como criança perdida.
Como meretriz na avenida.
Dói.
As máscaras trituradas,
Do rosto arrancadas.
Deixando a mostra o ser monstruoso.
O ser defeituoso.
O coringa.
Dói
E mesmo assim caminho.
Entre tantos espinhos.
Pois, ao longe percebo, vejo.
A Luz, que alumia.
Outros seres em desatino.
E os acolhe nos abismo,
Em braços de amor.
Curando-lhes as feridas,
Concedendo-lhes nova vida,
Dando-lhes esperança.
É o Mestre Jesus.
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