
Sei onde o calo aperta,
A gravata da nó,
O rabo da porca torce,
A cerca que posso derrubar,
A roça que posso picar,
De mim quem sabe sou eu...
As dores que escondi,
As lágrimas que não chorei,
O grito que não dei,
O amor que escondi.
De mim quem sabe sou eu...
A palavra que não cumpri,
A voz que não soltei,
O conselho que esqueci,
O silêncio que compartilhei.
De mim quem sabe sou eu...
Não me julgues tão depressa
Não me digas o que fazer.
Se agora estou nessa
Como anda você?
Um comentário:
Obrigada por nos presentear com suas poesias. Bjsssss
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