
Que seja a peste, a danação, o terror.
Que seja somente dor.
Que venha a fome, a morte, a miséria.
Que seja tudo o que não presta.
Mas, seja.
Antes a vida em ruína e desgraça
Que essa mesmice sem graça,
Esse passar em branco.
Que venha tudo
Visto como o que não presta.
Acordando-me desse torpor.
Como posso viver sequer um momento
Não tendo em Ti meu pensamento
Sem Teu alento,
Sem Tu,
Senhor?
Tu que és a vida pulsando em cada tom
Em cada ser pensante e indagador,
Dos quatro elementos o senhor,
A matéria, a energia fluídica, espírito vivificador.
Em tudo e todos os seres a Centelha de Vida, que avigora.
Simplesmente puro amor.
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