
Ouço meu choro.
Baixo, surdo, mudo...
Mudo de pensamentos insanos e moribundos.
Mas, acompanha-me o soluço...
Liberado da garganta como um urro.
Frente ao fim
Teu fim nesse mundo.
Que fazer dessa dor brotando do âmago mais profundo.
Recolho as lembranças das nossas vidas,
Ponho fotos em caixas de sapato,
Tuas vestes aos necessitados,
Teus versos imprimirei para o mundo,
Tua imagem guardo na retina,
Tua alma no meu peito,
Tua história na minha história,
E assim, viverás enquanto vivo,
E para meu túmulo
Levar-te-ei comigo.
2 comentários:
Olá Malika, que imagem forte! Lindo poema, convite a reflexão em especial a imagem! Abraço.
Oi. Estive aqui dando uma olhada. Muito legal. Gostei. Apareça por la. Abraços.
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