
Entre os apelos dos meus pensamentos.
Qual torvelinho de poeira ao vento,
Rápido, rasteiro, impuros.
Que não cessam de clamar por algo qualquer
Sem ao menos saber o que quer.
Daí a mim Senhor a paz que busco.
Em meio a sentimentos obtusos,
Cortantes, irritantes, inseguros.
Que me deixam pasma, muda, calada,
Presa a mim, enclausurada.
Daí a mim Senhor a paz que anseio.
E não encontrei em lugar algum desse mundo.
Volto-me para Ti
Pois em Ti sei poder confiar.
Entregar pensamentos e pesares,
Esquecer, sem esperar.
A paz que em outros cantos não consigo encontrar.
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