
Grilhões.
Que grilhões te prendem à carne?
Que te ferem e não te importas?
Que prazeres tão desejáveis te acoplam nesta crosta?
O amo que humanamente se dissipa, que finda, que passa velozmente?
O apego aos bens que o tempo corrói e tudo extermina?
O gozo da vida humana que destrói pouco a pouco, o corpo de carne?
Reparas nas estrelas no céu
Que mesmo mortas ainda brilham.
Seja como elas.
Quando o teu corpo fenecer, tua luz seja o luminar para tantos outros.
Que ainda perecem da ilusão da felicidade perfeita
No mundo das imperfeições.
(26.05.2009. Sem identificação espiritual. Psicografia).
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