
E o suor frio escorre da minha testa.
Conheço-te há tanto tempo,
Passei por ti
Tantas vezes.
Já te sei os modos,
Já te sentir em outras eras.
Estás sempre no fim da estrada.
Poetas clamaram por ti,
Loucos e doentes também.
Todos que sofrem e os frágeis
Chamaram-te.
Mas, ainda temo a cada nova vida.
Ainda temo a cada nova morte.
O esquecimento me anuviou o conhecimento
Temo-te morte.
Como se verdadeiramente existisses.
E a vida não continuasse em outras paisagens.
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