
É só abrir os braços e lançar-se
Das alturas dos fiordes
Das rochas finas e pontiagudas
Cortantes e assassinas potenciais
É ver a beleza de suas cores
Mutáveis durante o correr dos cavalos do Sol
Dirigida pelos deuses
Num céu azul mar.
É só abri os braços e lançar-se
Das alturas dos fiordes.
Voar
Em alma para outros reinos
Entre nuvens brancas e macias
Entre seres quase angelicais
Entre as brisas femininas
Que sorriem quando passamos
E não compreendem
Não sentem.
É só lançar-se
Das alturas dos fiordes
E findar com os desejos não realizados
A dor que mutila
Os amores não compreendidos
As lágrimas que rolaram
A vida que finda para o corpo.
É só lançar-se
Das alturas dos fiordes
E abraçar a escuridão, fria, absoluta, aterrorizante, interminável?
Ou Tu ainda me esperarás de braços abertos?
2 comentários:
Oi:
Interessante seu blog!
O encontrei pela imagem sobre o FIORDE: linda mesmo...
E como faço alguns trabalhos em artesanato (velas, pratos, outras técnicas), pensei em usar FIORDE como um dos temas: e a senhora me autoriza a usar SÓ ESTA IMAGEM/FOTO em tais? Prometo que - quando tiver um trabalho pronto; envio-lhe uma foto de tal!
É isso.
Até mais,
Rodrigo O Rosa
http://rodrigo-arte.blogspot.com/
rodrigoartesanato@yahoo.com.br
Olá Rodrigo.
A imagem está disposta na rede. Não tenho nenhuma posse da mesma.
Obrigada pela visita.
Postar um comentário