
Na folha outonal que se desprende da mãe árvore
E se junta às suas irmãs no chão.
No vento frio
Que assovia entre os arbustos.
E dobra esquinas de concretos.
Nas janelas abertas das casas de vilas
No vidro escuro das portas dos edifícios.
Na areia que se move na praia
Na poeira levantada nas estradas.
Nos botequins,
Nos bares,
Nos lares,
Nos templos.
Na conversas das comadres no interior
Na fofoca urbana
Enfim, em toda história.
Que fale da vida,
De ser o que se é,
Com amor ou dor,
Humano ou criatura.
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