
Incauto na senda.
Não desejo para mim
O conforto em demasia,
A riqueza
A euforia
A ilusão.
Prefiro mãos calosas,
Pernas cansadas,
Braços e músculos que abraçam.
Que abraçam a vida,
Que abraçam o outro,
Que abraçam as boas causas.
Não desejo ser igual a tantos
Que vêem e não sentem
Que ouvem e não escutam
O lamento das almas
Por um pouco de amor.
E caminham altivos em seu orgulho
Em busca da perfeição
Sem para sequer um instante
Para dar o braço, de ajuda, a um irmão.
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Poemas e Encantos II
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