
Peregrino
Não há terras estranhas
Não há entranhas
Não hás de estranhar.
Peregrino.
Cada terra seu lar
Um caminho a saudar
Uma rota a terminar.
Peregrino.
Que se fez a cada passo
Que cresceu assim de fato
Levando em si seu fado.
Peregrino.
Por todo dia
Pela manhã
À tarde
À noitinha.
Peregrino.
Sob as estrelas brilhantes
Sob a Lua estonteante
Sob o Sol escaldante.
Peregrino.
Entre mundos
Entre lá e cá
Não estás mudo.
Peregrino.
Falas
Do que tu viste
Ensina o que aprendeste
Peregrino.
Um dia retorna ao lar
Portas abertas para tu entrar.
Braços de Deus a te abraçar.
(visite: Poemas e Encantos II )
Não há terras estranhas
Não há entranhas
Não hás de estranhar.
Peregrino.
Cada terra seu lar
Um caminho a saudar
Uma rota a terminar.
Peregrino.
Que se fez a cada passo
Que cresceu assim de fato
Levando em si seu fado.
Peregrino.
Por todo dia
Pela manhã
À tarde
À noitinha.
Peregrino.
Sob as estrelas brilhantes
Sob a Lua estonteante
Sob o Sol escaldante.
Peregrino.
Entre mundos
Entre lá e cá
Não estás mudo.
Peregrino.
Falas
Do que tu viste
Ensina o que aprendeste
Peregrino.
Um dia retorna ao lar
Portas abertas para tu entrar.
Braços de Deus a te abraçar.
(visite: Poemas e Encantos II )
Um comentário:
muito bom!
principalmente a última parte.
A julgar que ele termina retornando a origem dele mesmo. Voltando pra casa.
=)
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