
Ou escrevo em linhas tortas
Palavras vãs.
Sabendo que podem não ser lidas
Se lidas
Com certeza esquecidas.
Num canto da memória qualquer.
Coberta pelas teias de aranhas
Pelo pó do tempo
Pela roda da vida.
Eu sou poeta?
Quando insisto em escrever
Letras que cantam
Letras que choram
Letras que angustiam
Letras que lembram quem sou eu
Letras que despertam.
Eu sou poeta?
Enquanto insistir?
Enquanto existir?
Mesmo sem saber me definir.
Eu sou poeta!
Entrego minhas letras a ti
Para integrarem teu ser
Fazer parte de tua vida
Acompanharem-te até a despedida.
Darem a ti um pouco de conforto.
Para te lembrares Dele.
(visite: Poemas e Encantos II )
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