
Feras adormecidas.
Pensas que sou o que digo?
Ou quem sabe o que escrevo?
Até mesmo o bem que faço?
Engana-te.
Eu mesmo tento enganar-me.
Mostrando sempre um sorriso doce.
Uma palavra de conforto.
Uma mão que ajuda.
Doando um abraço.
Um coração puro...
Enganamo-nos...
Ruge em minha alma tantos males.
Guardadas de eras passadas.
Adormecidas feito feras hibernais.
Em suas cavernas escuras sem iguais.
Esperam o momento do levante.
Quando o orgulho, a preguiça, a vaidade, o ódio.
A maledicência sussurrante age.
E as feras atacam suas vitimas.
Mascaradas de anjos de boa vontade.
E as machucam no que mais dói.
Em suas próprias vaidades.
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