
Filhos.
Nossos filhos pedaços de nós mesmas.
Mas, únicos.
Filhos do ventre e seios.
Contudo, filhos dos mundos.
Ansiosos pela fome de vida.
Peregrinos como todos.
Que abandonam velhos caminhos.
E seguem estradas inusitadas.
Seus próprios atalhos e trilhas.
Suas escolhas.
Suas preferências.
Seus destinos.
Que os levam para outros reinos.
Outros mundos.
Donde não precisam de nossa presença.
Às vezes estorvo e peso morto.
Permitamo-lo irem.
Partirem.
Não são nossas crianças eternas.
Mas, espíritos, em romarias terrestres.
Um comentário:
eu venho aqui sempre, pois esse blog me inspira muito, me identifico com esses poemas maravilhosos, é tão raro encontrar poemas belos, e eu os encontro facilmente aqui. Só podemos agradecer a você, Malika, muito obrigada! beth zhalouth
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