Destemidos seres que enfrentam
A tresloucada sociedade humana
Que em riso de escárnio e humilhações,
Espezinham o que lhes não parece indubitável,
Os que não aceitam os ditames da certeza social,
E pela opressão tenta separá-los.
Dementada gente tola e imbecil,
Que atiram, nos outros, seus falsos pudores
Onde em quatro cantos fechados fariam
Tudo o que rotulam de abominável.
Lamentam pelos seres que gritam abjetos!
E enciumados e ensandecidos, partem para destroçá-los.
Essas criaturas divergentes
Em seu amor maior,
Em sua falta de separação,
Unidos por um afeto inabalável,
Frente a qualquer situação intolerável
Ainda se abraçam... E se amam.
Pois, inexiste o que separe
A Verdade da Vida,
Os espíritos que se deparam,
Depois do vagar no espaço,
Dos neons na erraticidade,
O encontro de almas gêmeas.
Mesmo que aos olhos mortais e pré-conceituosos
Sejam seres diferentes e contraditórios nos corpos que
habitam,
Nos abissais labirintos da psique
No centro emocional de suas essências,

Um comentário:
Por isso que somos seres únicos e imprescindíveis no teatro da vida...
ah sim, colocarei seu blog na minha lista de blogs do Hackeando a Matrix...uma pequena troca de favores ;)...otimo blog o seu!
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