
Saudades...
Do tempo em que tudo dizia
Sem medir sequer uma palavra.
Sem pensar nas conseqüências
Do que ocorreria.
Saudades...
Do tempo em que andava sob a chuva
Devagar, sem pressa.
Sem medo de ser presa
De algo maligno.
Saudades...
Em que cantarolava sozinha pelas ruas
E não interessava quem olhava.
Ao contrário envaidecia-me
Ficar em evidência.
Saudades...
Da minha adolescência
Da juventude já gasta.
Dos desejos impossíveis.
Das amizades fartas.
Saudades...
Das tolices
Das criancices.
Mas, verdade algo em mim ainda guarda,
Um pouco de meninice.
Um comentário:
Olá, passando pra dizer que gostei do blog, e quando tiver um tempo, visita o meu:
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Beijos!!!
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