
Madre minha.
Que seja a solidão minha amarra
Entre os sonhos empoeirados
Malfadados desejos
Os anseios não conquistados
O coração frio e seco.
Diante da imagem falida
Que criei aos poucos no tempo
Choro minha alma perdida
Entre os desejos não feitos
Os planos inacabados
Enfim o fracasso
De ser o que não sou
Fazer o que não desejo.
Ao meio do medo e do receio
Velas
Olhos misericordiosos
Com amor por mim em teu seio.
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