
Se tem no teu peito a saudade.
De um tempo que não te lembras.
De coisas que não vivestes.
Não te acabrunhes com isso.
É tua alma que voa.
Em prados antigos à toa.
E não te convida ainda.
Pra participar das viagens.
Que faz sozinha e tranqüila.
Em busca de antigos amores.
De antigos pendores.
De antigos mentores.
Não te aflijas com que ocorre.
É natural e benéfico que isso se produza.
E tua alma descansa.
Entre os brinquedos da infância.
Em vida que já passou.
Ouvindo o mestre que a ela ensinou.
De um tempo que não te lembras.
De coisas que não vivestes.
Não te acabrunhes com isso.
É tua alma que voa.
Em prados antigos à toa.
E não te convida ainda.
Pra participar das viagens.
Que faz sozinha e tranqüila.
Em busca de antigos amores.
De antigos pendores.
De antigos mentores.
Não te aflijas com que ocorre.
É natural e benéfico que isso se produza.
E tua alma descansa.
Entre os brinquedos da infância.
Em vida que já passou.
Ouvindo o mestre que a ela ensinou.
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