
Alma em doloroso resgate que por essas paisagens jornadeia.
Entre dores e padecimentos, se sentido sozinha e abandonada.
Procuras em vão um amigo, um auxílio, uma ajuda.
Parece que todo alivio, foi-te negado, sem brandura.
Indagas, indignada a causa de tantas dores.
E triste e acabrunhada não atenta à razão de teus horrores.
Se te abrirem as portas do passado já distante.
Encontrarás as raízes para males tao constantes.
Envergonharias-te dos teus atos; pérfidos, maus, pestilentos.
Então, agradece a Deus, esse teu esquecimento.
Calas tuas lamúrias e aprendes onde estás.
Que hoje vive em penúrias. Mas, amanhã livre estarás.
Pague todas as dividas, lave sua consciência na dor.
Pois, não o conseguiste no amor.
Poderás então atingir outros mundos.
Cheios de luz e esplendor.
Entre dores e padecimentos, se sentido sozinha e abandonada.
Procuras em vão um amigo, um auxílio, uma ajuda.
Parece que todo alivio, foi-te negado, sem brandura.
Indagas, indignada a causa de tantas dores.
E triste e acabrunhada não atenta à razão de teus horrores.
Se te abrirem as portas do passado já distante.
Encontrarás as raízes para males tao constantes.
Envergonharias-te dos teus atos; pérfidos, maus, pestilentos.
Então, agradece a Deus, esse teu esquecimento.
Calas tuas lamúrias e aprendes onde estás.
Que hoje vive em penúrias. Mas, amanhã livre estarás.
Pague todas as dividas, lave sua consciência na dor.
Pois, não o conseguiste no amor.
Poderás então atingir outros mundos.
Cheios de luz e esplendor.
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