
E vejo a escuridão do Universo.
O negrume que tenho que iluminar.
Choro.
Pois, já me foram dadas tantas chances.
E nem parece que melhoro.
Espessa escuridão no meu ser.
Que poderia ser cortada a faca,
Devido a sua consistência.
Estanco pela dor.
Que a escuridão da minha alma.
A minha alma causa.
Estendo meu olhar para o que parece ser o fim.
E lá graciosamente.
Encontra-se um pequeno diamante.
De brilho incomparável.
De polido aspecto.
Que contém todas as minhas boas obras.
Contento-me.
Pois, ciente fico que algo fiz.
Para iluminar meu coração.
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