
Há! Se fosse de novo criança.
Pegaria carona numa pipa gigante.
Atravessaria as nuvens.
E chegaria ao céu.
Pediria a São Pedro para entrar um pouco.
E falar com Deus.
E ele abriria os pesados portões.
Cobertos de nuvens brancas.
E me levaria a presença do Chefe.
Na sua frente dentro do bolso de menino.
Retiraria uma esperança de longas asas verdes e pernas compridas.
Pediria a Ele que enchesse o mundo de esperanças.
Para que não houvesse tanto choro.
Tanta tristeza.
E sim, a certeza de que amanhã o céu seria mais azul.
E a vida mais leve.
(obs: esperança espécie de gafanhoto completamente verde)
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