Águas que brotam em pequenas nascentes.
E seguem tortuosas linhas.
Descem montanhas e montes.
Enfrentam obstáculos na trilha.
A sua frente pedras e cascalhos.
O leito seco da terra que lhe suga.
Mas, insistem e continuam.
E unindo-se umas às outras formam riachos.
E pequenos rios.
E rios caudalosos.
Até se unirem ao mar.
Tornam-se fortes e imbatíveis.
Beleza impar sem par.
Assim deveriam ser os homens.
Em suas peregrinações.
Frente aos seus obstáculos.
Deveriam unir-se sem conceito de fronteira ou nação.
E unidos no bom embate.
Seriam invencíveis na criação.
De uma humanidade amorosa.
Digna de admiração.
Lindo poema! Quem Escreveu? Sucesso!
ResponderExcluirObrigada Ariana.
ResponderExcluirbem, todos os poemas deste blog sao de minha autoria.
Abcs.