terça-feira, 27 de dezembro de 2011



Sabes bem o que te espera.
 
Uma colheita maldita.
 
Que plantasse a cada dia,
 
Todos os dias da tua vida
 
Com teu ódio ao diferente:
 
Ao negro,
 
Ao hispânico,
 
A prostituta,
 
Ao gay.
 
Ao deficiente.
 
Sabes bem o que te espera?
 
O retorno de cada ação.
 
À volta como reação.
 
De toda maldade empregada.
 
Para ferir,
 
Para machucar,
 
Para humilhar,
 
Para desonrar,
 
Usar e jogar fora.
 
Os que pela tua vida passaram
 
E eram diferentes.
 
Teu medo te custará caro.
 
Teu receio e tuas ações
 
Virão as tuas portas.
 
E não poderás fugir deles.
 
Pensas
 
Se o Pai Altíssimo recolhe no seio todos os filhos.
 
Todos diferentes e únicos.
 
Por que tu não aceitas e abraças
 
Aqueles de outras nações.
 
De outras cores.
 
De outras opções.
 
Modificando tua semeadura.
 
Modificarás teu coração.
 
E tua colheita será bendita então.


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