segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Procuro-te.





Enquanto não te conheço.

Enquanto não te sinto.

Enquanto não te vivo.



Procuro-te!



Nas letras dos antigos livros.

No ensino vezes vazio.

Nos papiros embolorados.



Procuro-te!



Nos arquivos empoeirados.

Nas gavetas emperradas.

Nas estantes há muito olvidadas.



Procuro-te!



No Alcorão.

Na Bíblia.

No Rig-Veda .



Procuro-te!



E encho-me de palavras.

De contos e fantasias.

De mitologia.



Procuro-te!



E em todo saber livresco.

Sobre ti muito se escreveu.

Sobre ti escreverão muitos.



Mas, com todo esse saber.

Que descobrir ao ler.

Não encontrei, Pai.



Em mim você.

2 comentários:

Rolando disse...

oi. tudo blz? estive aqui. muito legal. apareça por lá. abraços.

Photographie... disse...

Olá!!!
Estive visitando seu blog e lendo alguns de teus poemas... São belissimos...
Gostei muito!!!
Parabéns, sucesso e inspiração sempre!!!
Um abraço carinhoso...
Ji