segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Peregrino

Peregrino

Não há terras estranhas

Não há entranhas

Não hás de estranhar.

Peregrino.

Cada terra seu lar

Um caminho a saudar

Uma rota a terminar.

Peregrino.

Que se fez a cada passo

Que cresceu assim de fato

Levando em si seu fado.

Peregrino.

Por todo dia

Pela manhã

À tarde

À noitinha.

Peregrino.

Sob as estrelas brilhantes

Sob a Lua estonteante

Sob o Sol escaldante.

Peregrino.

Entre mundos

Entre lá e cá
Não estás mudo.

Peregrino.

Falas

Do que tu viste

Ensina o que aprendeste

Peregrino.

Um dia retorna ao lar

Portas abertas para tu entrar.

Braços de Deus a te abraçar.

(visite:
Poemas e Encantos II )

Um comentário:

Karolina disse...

muito bom!
principalmente a última parte.
A julgar que ele termina retornando a origem dele mesmo. Voltando pra casa.
=)