segunda-feira, 6 de agosto de 2007

Julgamento.


Não julgues para não ser julgado.

Não aponte erros alheios com dedos sujos.

Não temos condições de julgar quem quer que seja.

Pois, nos foge a compreensão às razões para esse ou aquele ato.

Que forças levaram determinado ser a tomar essa ou aquela decisão.

Para os que resvalam na vida há a lei humana.

E falhando essa não falha a Lei Divina.

Cada qual pagará pelos seus erros.

E receberão em bênçãos seus acertos.

Dessa forma para que por dedo sobre chagas?

Quando podemos ser lenitivos para o mal que se propaga.

Oremos.

E peçamos que nossa língua não seja espada ferina.

Que condena sem ter a certeza da certeza.

E que ao invés de colocarmos empecilhos para arrependimentos.

Sejamos daqueles que limpam estradas para facilitar a caminhada dos outros.

Em busca do soerguimento.

2 comentários:

agata disse...

tenho so 11 anos massei apressiar um bom poema para bens

Mallika disse...

Obrigada Àgata.
Bom ver pessoas jovens se interessarem pelas coisas d'alma.
Abraço fraterno.